Vida e Carreira: Postura de Sobrevivência – O Aplacador

Vida e Carreira: Postura de Sobrevivência – O Aplacador julho 13, 2015Leave a comment
postura aplacador

O Aplacador

Aplacar. Diminuir de intensidade, abrandar-se, extinguir-se.
Esta postura é despertada quando sentimos que nossa sobrevivência está ameaçada e então desconsideramos nossos próprios sentimentos e passamos o poder para os outros, dizendo “sim” para tudo. Em outras palavras, honramos os outros, o contexto e nos deixamos de fora desta tríade, anulando nosso amor próprio e respeito, enviando às pessoas a mensagem que não somos importantes.
O aplacador pode até se disfarçar em uma intenção de agradar os outros, mas é bem diferente. Ele apressa-se para assumir a culpa de tudo ou consertar qualquer problema, por mais insignificante que seja, dando seu tempo, dinheiro, ou até mesmo a vida para tentar resolver tudo. Esta é sua maneira de sobreviver e manter a paz interior. Dizendo “sim” a todo custo!
Como se estivesse de joelhos, clamando por compreensão, o aplacador assume posturas de mártir, bonzinho, sempre se desculpando, choramingando, pedindo ou desistindo antes de tentar porque ele “não serve para nada”, se sente totalmente desprezível e sem valor, assumindo a culpa por tudo ou validando sua existência para servir aos outros e fazê-los felizes, sem nunca irritar a ninguém.

Como reconhecer essa postura no ambiente de trabalho?

Antes de qualquer julgamento, veja se reconhece esta situação: após 8 horas de trabalho aplacando pessoas e situações, qualquer um sentir-se-ia drenado. Para tentar diminuir este sentimento, o aplacador aprofunda-se ainda mais nesta postura, fazendo hora extra para retornar telefonemas, e-mails e mensagens de clientes, fornecedores ou chefes. O fenômeno do burnout está intimamente ligado à esta postura travestida de stress, colocando em risco a carreira de muitos executivos.


Lembre-se que todos nos alternamos em posturas de sobrevivência como em uma dança e um processo de Coaching pode auxiliá-lo a entender cada uma delas, como são desencadeadas e como nos movemos de uma para outra. Só assim será possível desarmá-las a caminho das posturas de congruência.


Até a próxima!

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