Vida e Carreira: Posturas de Sobrevivência

Vida e Carreira: Posturas de Sobrevivência julho 7, 2015Leave a comment
posturas de sobrevivência

Inicio aqui uma série de 6 artigos que exploram o que chamamos de “posturas de sobrevivência”. Aprendidas na primeira infância, elas perduram de forma indefinida, em nossa vida e em nossa carreira, e dizem respeito à forma como REAGIMOS ao contexto e aos outros. Quando resgatamos nossa autoestima, deixamos de reagir e passamos a LIDAR com estes fatores, conquistando assim a “postura de congruência”.

Como isso afeta nossa carreira e jornada pessoal?

Cada um chega ao mundo com o mesmo potencial e valor. Nos reconhecemos em nossa igualdade e crescemos em nossas diferenças. A questão aqui não é se temos ou não este valor, mas sim a forma como o manifestamos. Desapontamentos e sonhos não realizados ao longo da vida podem iniciar diálogos internos e externos de dúvida, culpa, conflito e até violência. Pode-se até acreditar que os sonhos não são mais necessários, que cavamos nossa própria cova e o que resta agora é gerenciar o fim. Ainda crianças passamos a evitar potenciais situações de stress, dor ou desaprovação.

A régua da família, a primeira e mais importante que recebemos, é utilizada para verificar se nos encaixamos nas regras do mundo e se receberemos mais ou menos amor, o que alimentará diretamente nossa autoestima. Ao não cultivar nossa autoestima, comprometemos nossa habilidade de trabalhar, aprender e nos relacionar com outros. Perdemos assim nossa capacidade de experimentar coisas novas, perseguir nossos objetivos e de nos projetarmos no mundo.

Nos negócios, na carreira, na família, em nossos relacionamentos…toda vez que nos questionamos sobre a existência deste amor e confiança, ativamos nossas posturas de sobrevivência. É fácil reconhece-las, pois funcionam como uma espécie de piloto automático, baseadas em rigidez, julgamento e defesa, suprimem sentimentos, nos fazendo recorrer ao que é familiar.
Palavras e reações físicas vão em direções opostas, ou seja, dizemos que “está tudo bem”, enquanto nossa expressão facial ou tom de voz revela raiva. Dizendo de outra forma, as palavras até aceitam sua flexão entre o passado, o presente o futuro, mas nosso corpo e reações só conhece o presente e passamos a emitir ao mundo duas mensagens distintas.

Toda nossa interação com o mundo acontece nas relações entre o trio: EU, O CONTEXTO e o OUTRO. Por baixo destas questões de sobrevivência estão usualmente crenças de que os outros estão no comando de nossas vidas, que não poderemos lidar com nossas questões sem eles e ainda pior…que eles nos definem.

Leia os próximos artigos desta série, conheça as posturas de sobrevivência e entenda como o Coaching pode ajudá-lo a conquistar uma postura de congruência através da mudança positiva, focada em nossas expectativas, percepções e sentimentos.

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